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Por Paulo Alvim

Sebrae Nacional  

A convite do Banco do Brasil – Desenvolvimento Regional Sustentável, a equipe do Sebrae ( Nacional  e PB) participou na terça-feira (19/01/10) de reunião em Brasília onde foi feito balanço do projeto Bioma – de desenvolvimento da ovino caprino na região Nordeste. O projeto avança bem segundo o mapeamento realizado nos estados de Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Piauí, Ceará, Bahia e Rio Grande do Norte. O desafio é engrenar nos estados do Maranhão e Minas Gerais. Foi apresentado ainda proposta da Embrapa de desenvolver ação de capacitação para esta atividade. No dia 4 e 5 de março deverá ocorrer reunião em Salvador onde estarão presentes gerentes do BB e Sebrae dos 10 estados participantes do programa, para definição de ações de integração. Participaram também da reunião a Embrapa e FBB.

Ovinos e caprinos são um dos setores apoiados pelo Sebrae.

Por Paulo Alvim

Sebrae Nacional

As chuvas de verão chegaram antes da estação e já vem provocando transtornos em diversos locais do país. Pela sua intensidade tem criado problemas para a infraestrutura, economia e população como um todo.

A mídia tem dado muita atenção aos problemas que tem ocorrido nas cidades, em especial nas encostas das cidades, e nas estradas.

Mas no ambiente rural a situação está muito difícil. Alem do isolamento das pessoas que vivem no meio rural, que dificulta acesso a serviços básicos, esta situação tem dificultado o escoamento da produção, caso critico por exemplo, para o leite, e as perspectivas de perda de produção são concretas.

Não se vê o poder público, em especial o municipal, definir ações voltadas às comunidades rurais.

Já se tem registros de perdas de culturas e criações o que vai implicar no suprimento de alimentos e que com certeza terá impacto no aumento do preço destes produtos ao consumidor final. Além da perspectiva de falta de produtos em alguns locais.

O impacto no setor de horticultura já esta sendo sentido. Basta ver o preço de verduras e legumes nas gôndolas dos supermercados.

Neste momento se torna importante a união de esforços de governos – nos 3 níveis – entidades de apoio como Senar e Sebrae, em parceria com sindicatos rurais, cooperativas e associações de produtores, para que os pequenos produtores rurais superem este momento difícil que estão passando, alem de trabalharem em medidas estruturantes de longo prazo para superação de novas situações similares, como ações de retenção de águas ( ampliar as experiências de micro bacias e barraginhas), melhoria das estradas vicinais rurais e melhoria da comunicação no campo, informando com antecedência as situações meteorológicas.

Confira uma matéria do Globo Rural sobre os alagamentos em São Paulo e os prejuízos aos proprietários rurais.

Clique na imagem para assistir a reportagem

Por Paulo Alvim

Sebrae Nacional

Confira a matéria que saiu no Estado de S.Paulo do dia 06/01/2009 

O Sebrae e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) assinaram em dezembro um convênio de cooperação técnica para capacitar pequenos produtores rurais a investir em gestão e planejamento do negócio. 

As duas entidades, presentes em todos os Estados, vão desenvolver a Metodologia de Empreendimento Rural (GER). Trata-se de um programa que inclui a realização de diagnóstico de pequenas propriedades e oferta de capacitação e consultoria.

A meta é atender durante a vigência do convênio – 15 meses – cerca de 2 mil empreendimentos rurais de pequeno porte. Para isso, serão investidos R$ 10 milhões. Desse valor, o Sebrae responde por 70% e o Senar, 30%. 

O público-alvo da ação são produtores rurais e suas famílias, trabalhadores rurais, assentados da reforma agrária, extrativistas com propriedades rurais de pequeno porte e que não sejam participantes de outros programas do Sebrae e do Senar. As primeiras turmas de produtores dever começar a ser treinadas em abril. Entre os resultados esperados estão a geração de renda para os produtores, com o aumento em 20% do faturamento dos produtores que concluírem o programa; a diminuição em 5% dos desperdícios na propriedade rural e o uso de, no mínimo, 50% da área produtiva da propriedade. As ações do convênio ficarão a cargo das unidades estaduais do Sebrae e sua rede de parceiros locais.

Por Paulo Alvim

Sebrae Nacional

 

Apesar de pairar um certo clima de desanimo e frustração após a reunião realizada em Copenhague, devemos pensar nas oportunidades e desafios gerados após este encontro.

Nunca se teve uma mobilização tão relevante para um tema, seja por parte dos governos, seja pela sociedade. E a mídia abordou de forma intensiva o impacto das mudanças climáticas e com certeza esta década vai começar de forma diferente. Podemos mesmo afirmar que o ciclo do desenvolvimento sustentável se iniciará de fato pós COP 15 e assim será a marca desta década que se inicia.

 

E o que isto tem a ver com agropecuária de pequeno porte?

Com certeza um dos atores chaves no processo de mudança e que irá marcar por fazer acontecer serão os pequenos produtores rurais. Seja por mudar, como já vem fazendo, suas práticas agrícolas, seja por se transformarem nos verdadeiros defensores do meio ambiente, pois dele dependem diretamente, seja pelo convívio diário, seja por tirarem da natureza seu sustento e renda, e que já percebeu que se não mudar, vai tirar cada vez menos.

 

O resgate de práticas de agroecologia e agroflorestas, que a agropecuária de pequeno porte já vem praticando, aponta um novo caminho que além de trabalhar na redução do custo de produção por hectare utilizado, seja no plantio ou na criação, contribui na recuperação das áreas utilizadas na atividade agropecuária. Também ao atuar na integração da produção de alimento – energia – fibras, contribui na construção de um novo padrão de produção que vem em resposta concreta a nova onda de consumo, centrada no consumo consciente e menos agressivo ao meio ambiente. Ou seja, a prática efetiva do desenvolvimento sustentável.

 

Temos então que se inicia a onda da agropecuária de pequeno porte centrada na produção sustentável e que aponta melhores dias para o desenvolvimento rural, com resultados de qualidade de vida no campo e melhor equidade e justiça social.

E por que haverá oportunidades para o Brasil? Ninguém pode negar que esta será a década do Brasil, se não fizermos bobagem e perdermos os ventos favoráveis que estão soprando.

 

Além de estarmos sendo olhados com bons olhos do ponto de vista internacional, aos poucos estamos conseguindo superar nossas deficiências crônicas (estabilidade econômica, déficit social, desigualdade, entre outros) e temos a oportunidade de começar a virada, onde o foco da produção sustentável, com certeza puxada pela agropecuária de pequeno porte, pode ser a diferença.

 

Com a vantagem de termos algumas vitrines já definidas para esta década, onde poderemos ser vistos do ponto de vista internacional como um dos operadores de um novo padrão de produção e consumo, sustentável e mais justo.

Um modelo que usa a terra em favor do homem e para o homem.

 

E a vitrine é o conjunto de eventos planetários que ocorrerão no país já a partir de 2012, com a Rio + 20, que se seguirá em 2013 com a Copa das Confederações, Copa do Mundo em 2014 e Olimpíadas em 2016, e que fecha por enquanto com a Expo Mundial em São Paulo no final da década. Nunca tivemos esta concentração de eventos, onde a partir do mote da produção sustentável principalmente de alimentos e energia, o pais pode se firmar como um player deste novo ciclo de desenvolvimento do mundo, que requer além de liderança e idéias, atitude.

 

E é aí que entra a agropecuária de pequeno porte brasileira, pela sua capilaridade, diversidade e capacidade de superação e resposta.

É apostar e teremos bons resultados

Por Ênio Queijada

Sebrae Nacional

Na reunião da Rede Aprisco realizada em maio do ano passado em Goiânia -GO tivemos a presença de algumas organizações que atuam no setor de insumos. Desde então algumas ações tem surgido e se mantido como a de Sergipe, onde a veterinária da Intervet, Daniela Coutinho, disponibiliza dois dias da semana para atuação junto aos produtores dos projetos da Rede Aprisco em Sergipe. Integração com o elo insumos é visão de cadeia produtiva, mas poucas são as iniciativas diante do potencial existente.

Esse é mais um desafio para 2010…vamos encarar ?!

Capacitação para produtores rurais da Rede Aprisco

Daniela Coutinho, Mestre e Especialista em Produção de Pequenos Ruminantes pela UFBA. Veterinária da Intervet.

Por Ênio Queijada

Sebrae Nacional

Herbert Simon, importante teórico da administração na década de 30 escreveu que “a informação é a matéria prima da decisão”; talvez sem querer tenha fincado bases para o que hoje se denomina “gestão do conhecimento”, “inteligência competitiva” ou “inteligência de negócios” entre outras inúmeras denominações. Quando um grupo de produtores se une e tem na disseminação de informação uma de suas bases de atuação, podemos vislumbrar um futuro mais promissor com uma cooperação horizontal mais consistente e pelo menos algum fragmento de visão estratégica.

Notamos que boletins de notícias e informações podem tornar grupos mais coesos e com isso, projetos e ações de melhor qualidade e resultados sustentáveis no médio e longo prazo. O “Ovinonews” do pessoal de Ribeirão Preto e microregião, a exemplo de outros poucos boletins de informação e notícias, como produto de inteligência tem todo o nosso apoio e é um exemplo que deveria ser seguido por todos os grupos de produtores participantes da Rede Aprisco e dos projetos setoriais, multisetoriais e territoriais onde a ovinocultura e a caprinocultura estão presentes.

Sabemos que nosso dia a dia é tumultuado com agendas carregadas, mas quando pensamos em informação temos que vê-la não com resíduo, mas sim como matéria, não como calor, mas sim como energia…. 

Quem encara o desafio para 2010 ?

Ribeirão – Informativo Novembro-09

Por Pedro Pessoa

Sebrae Nacional

O Sebrae realizou em novembro uma reunião onde foram apresentadas experiências de comercialização de produtos da agropecuária de pequeno porte.

Abordando as questões de como chegar ao mercado local, estadual, nacional e internacional, os relatos indicaram a necessidade de se segmentar o mercado que se quer atingir e a partir daí adequar produção e estratégias de comercialização para melhor atender estas oportunidades de negócio.

O pequeno produtor desenvolve bem a capacidade de produzir, mas cada vez mais  o desafio é comercializar, dentro das exigências do mercado.

Ponto forte do encontro foi a discussão sobre mercado institucional, de compras publicas, a partir das experiências do Programa de Aquisição de Alimentos – PAA operado pela Conab, que já envolve hoje cerca de 300 produtos da agricultura familiar, onde o desafio e ampliar a participação nas regiões N e CO. E do desafio que temos a partir do ano que vem com o programa de merenda escolar, onde o MDA apresentou o passo a passo para que grupos de produtores da agricultura familiar se insiram nesta oportunidade.

Cada vez mais o desafio da comercialização se apresenta como ponto crítico dos processos de êxito dos negócios, e para o pequeno produtor rural, é fundamental para seu sucesso e desenvolvimento.

Por Pedro Pessoa

Sebrae Nacional

Confira o vídeo sobre a troca de experiência e sementes da Embrapa Clima Temperado com os produtores rurais, para preservar a biodiversidade e recuperar espécies que são patrimônios culturais.  

Por Regina Xeyla

Agência Sebrae de Notícias

A falta de informação especializada é um dos gargalos enfrentados pelos pequenos produtores rurais. Com o objetivo de minimizar essa questão, o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) juntamente com parceiros abriu inscrições para seleção de projetos inovadores no ensino e aprendizagem em extensão rural, por meio do edital MCT/CNPq/MDA/SAF/Dater Nº 033/2009.  

Também serão contemplados a geração de pesquisas voltadas para a construção e disponibilização de conhecimentos em tecnologias apropriadas para a agricultura familiar e na qualificação de técnicos extensionistas. Estão previstos R$ 13,5 milhões em recursos financeiros para a execução dos projetos. Os interessados terão até o dia 2 de dezembro para enviar sua proposta. 

A ação é promovida pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário, por meio do Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural (Dater) da Secretaria de Agricultura Familiar (SAF), em parceria com o Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT), por intermédio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). 

De acordo com o coordenador da carteira de Apicultura do Sebrae, Reginaldo Rezende, os projetos inscritos irão beneficiar todos os setores do agronegócios. “A questão da extensão rural, de levar informação especializada para quem está no campo, é hoje considerado o grande desafio das as cadeias produtivas do agronegócio”, afirma. Já para o diretor do Dater, Argileu Martins da Silva, a parceria com o CNPq estabelece o elo efetivo de compatibilização entre pesquisa e extensão rural, permitindo que o conhecimento gerado esteja à disposição dos agricultores familiares.  

PROJETOS CONTEMPLADOS  

Argileu explica que este edital visa estimular professores e alunos. Para participar do edital, a proposta deve ser apresentada por professor que seja pesquisador com, no mínimo, o título de mestre e vinculado a uma instituição de ensino superior. O edital contempla projetos que deverão ter ações compatíveis com a Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Pmater) e devem ser apresentados de acordo com o perfil de uma das três chamadas. 

Para informações adicionais e para ler a matéria completa acesse: http://www.agenciasebrae.com.br/noticia.kmf?canal=199&cod=9121200

Por Edson Lima

Sebrae Nacional

Do dia 25 a 29 de novembro, ocorrerá em Poço Verde – SE a 6ª edição da Exposição de Ovinos e Caprinos do Município de Poço Verde. Além das exposições de ovinos e caprinos, o evento contará com palestras, capacitações, concursos e atrações musicais.  Organizado pela Associação de Pequenos Criadores de Ovinos e Caprinos – OVICAPRI, o evento já se tornou uma tradição no município de apenas 53 anos. A atividade de criação e comercialização de ovino e caprino e seus subprodutos é uma das principais fontes de renda da região. Em todo território do município não há um único grande proprietário, prevalecendo a agricultura familiar de pequeno porte.

Cartaz Expoverde

 

Programação do evento

 

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